Quando havia amor,
Abria a janela do coração,
E não hávia quem me detia.
Ache a dor perdida que joguei,
Em meio a neblina,
E todo fogo que ardia meu corpo.
Ela sempre falava você vai morrer;
E eu saía,
Na madrugada molhada,
Atropelando fantasmas.
Me entreguei,
Pra quem quizesse ser amada.
Não pertenço a ninguém;
Não tenho dono,
Não tenho sono.
Não dou espaço, pra nenhum pesadelo,
Preencher os meus sonhos.
Por Renato Barros
terça-feira, 30 de março de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
Quando eu me for
Quando eu me for;
Não será para sempre.
Não será derrepente,
Mas será por amor.
Quando eu me for;
O sol estará no poente;
Minha alma estara no oriente,
Pois é lá que ela se sente.
Quando eu me for;
Quero canções e bebidas,
Pois não haverá despedidas,
Esta vida não é só,esta vida.
Quando eu me for;
Esqueça o que não presta,
Quero 24 horas de festa,
Por que no final é só isso,
Que nos resta.
Por Renato Barros
Não será para sempre.
Não será derrepente,
Mas será por amor.
Quando eu me for;
O sol estará no poente;
Minha alma estara no oriente,
Pois é lá que ela se sente.
Quando eu me for;
Quero canções e bebidas,
Pois não haverá despedidas,
Esta vida não é só,esta vida.
Quando eu me for;
Esqueça o que não presta,
Quero 24 horas de festa,
Por que no final é só isso,
Que nos resta.
Por Renato Barros
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