terça-feira, 30 de março de 2010

Atropelando fantasmas

Quando havia amor,
Abria a janela do coração,
E não hávia quem me detia.
Ache a dor perdida que joguei,
Em meio a neblina,
E todo fogo que ardia meu corpo.
Ela sempre falava você vai morrer;
E eu saía,
Na madrugada molhada,
Atropelando fantasmas.
Me entreguei,
Pra quem quizesse ser amada.
Não pertenço a ninguém;
Não tenho dono,
Não tenho sono.
Não dou espaço, pra nenhum pesadelo,
Preencher os meus sonhos.




Por Renato Barros

Um comentário:

Bem vindos os comentarios sempre!!!