sexta-feira, 12 de julho de 2013
domingo, 30 de maio de 2010
Coma a vida
A India é longe;
Quem não se atraí;
Ir para onde ,
Nunca se foi.
Você se esconde,
Em sua cama,
E nunca sai.
Nem ao menos ve o sol;
Brilhar atraz do seu quarto,
tire o sapato!
Ande descalço,
Na rua molhada.
Abra os olhos;
Grite bem alto,
Eu estou vivo!!
Que talvez, Será salvo.
Ainda que todos,
Estejam contra,
Rasgue em farrapos;
Toda a angustia;
Que te fez de escravo.
Coma a vida,
Com faca e garfo.
por Renato Barros
Quem não se atraí;
Ir para onde ,
Nunca se foi.
Você se esconde,
Em sua cama,
E nunca sai.
Nem ao menos ve o sol;
Brilhar atraz do seu quarto,
tire o sapato!
Ande descalço,
Na rua molhada.
Abra os olhos;
Grite bem alto,
Eu estou vivo!!
Que talvez, Será salvo.
Ainda que todos,
Estejam contra,
Rasgue em farrapos;
Toda a angustia;
Que te fez de escravo.
Coma a vida,
Com faca e garfo.
por Renato Barros
Terminou a poesia
Terminou a poesia;
Terminou o que sempre termina,
A canção, melodía,
A tarde vázia, a noite sombria.
Acabou o mistério;
Que se escondia.
O amor que resistia,
A cada dia de alegria.
Terminou o que sempre termina.
A tristeza que invadia,
Nos momentos de agonia,
Acabou todo desejo,
Que sempre enlouquecia,
O amor que resistia.
A cada dia de magía,
Terminou a poesia.
por Renato Barros
Terminou o que sempre termina,
A canção, melodía,
A tarde vázia, a noite sombria.
Acabou o mistério;
Que se escondia.
O amor que resistia,
A cada dia de alegria.
Terminou o que sempre termina.
A tristeza que invadia,
Nos momentos de agonia,
Acabou todo desejo,
Que sempre enlouquecia,
O amor que resistia.
A cada dia de magía,
Terminou a poesia.
por Renato Barros
O solitário!!
Será que foi miragem!
Alegria muito tarde;
Nossa paisagem de nada.
Será que foi muito medo;
Ou talvez algum segrêdo,
Que traiu nossas palavras.
Deve ser mesmo mentira!
Que o destino une passos;
Em algum caminho o solitário,
Deve ser mesmo mentira.
Que pra não se sentir sózinho;
Precise de companhia.
Quero dar um abraço no pecado ;
E dizer que o amar é errado,
Quero acreditar que não há mais motivos,
Para sonhar lado a lado.
Já comprei uma passagem,
Pra cidade da vertigem,
Na bagagem a coragem;
Que não tive.
por Renato Barros 24/04/97
sábado, 15 de maio de 2010
O principio, o meio , o fim
Sinto o pesar do mundo;
Carrego o pêso nas costas,
Sofro calado e sinto,
Pessoas, são como as rochas.
Deprimido e extasiado;
Com todo esse apêgo,
Por tudo que está a venda,
Desespero,desespero.
Me entrego, me desfaleço,
Esse caos é só o começo;
E o fim; eu não mereço.
No exato instante da dor,
È o expor o que se perdeu,
È pior que própria dor.
È o melhor que em você morreu.
E nem mesmo Narciso ou Orfeu;
Nem Nietzche,nem Goethe ou Deus;
Soube mesmo entender os ateus.
Como eu, não entendo os meus;
E eu acho melhor mesmo assim,
O princípio , o meio , o fim,
Fica a cargo de quem prometeu.
por Renato Barros
Carrego o pêso nas costas,
Sofro calado e sinto,
Pessoas, são como as rochas.
Deprimido e extasiado;
Com todo esse apêgo,
Por tudo que está a venda,
Desespero,desespero.
Me entrego, me desfaleço,
Esse caos é só o começo;
E o fim; eu não mereço.
No exato instante da dor,
È o expor o que se perdeu,
È pior que própria dor.
È o melhor que em você morreu.
E nem mesmo Narciso ou Orfeu;
Nem Nietzche,nem Goethe ou Deus;
Soube mesmo entender os ateus.
Como eu, não entendo os meus;
E eu acho melhor mesmo assim,
O princípio , o meio , o fim,
Fica a cargo de quem prometeu.
por Renato Barros
sábado, 1 de maio de 2010
Vício.
O alivio vem de dentro,
Imediatamente me transporta,
Muito além dos portais adiante,
Velocidade não tem limite;
Avance amigo,avance,
Não perca a chance.
Venha logo,por favor,
Me alcance.
Antes; muito antes,
Não era assim,
Tão preocupante.
Mais não se amedronte;
Dentro de mim.
Ainda existe outro caminho,
Um outro horizonte.
Por Renato Barros
Imediatamente me transporta,
Muito além dos portais adiante,
Velocidade não tem limite;
Avance amigo,avance,
Não perca a chance.
Venha logo,por favor,
Me alcance.
Antes; muito antes,
Não era assim,
Tão preocupante.
Mais não se amedronte;
Dentro de mim.
Ainda existe outro caminho,
Um outro horizonte.
Por Renato Barros
Orgasmos ao acaso.
Ja estou cansado;
Destes dias pesados,
Dessas noites cansadas,
De orgasmos ao acaso.
Já estou pensando,
Em deixar tudo de lado,
E sair de madrugada,
Seguir o rumo dos ratos.
Leve suas vontades,
Pra longe de mim;
Estou contaminado,
Por outros males,
Esse desejo todo,
Agora é passado.
Não guardo mais,
Esse amor desesperado;
Não venha buscar o que não tenho.
Me deixe só, Por um tempo.
Pra que eu possa,
Construir um castelo de sentidos,
Pros meus olhos e ouvidos.
Por Renato Barros
Destes dias pesados,
Dessas noites cansadas,
De orgasmos ao acaso.
Já estou pensando,
Em deixar tudo de lado,
E sair de madrugada,
Seguir o rumo dos ratos.
Leve suas vontades,
Pra longe de mim;
Estou contaminado,
Por outros males,
Esse desejo todo,
Agora é passado.
Não guardo mais,
Esse amor desesperado;
Não venha buscar o que não tenho.
Me deixe só, Por um tempo.
Pra que eu possa,
Construir um castelo de sentidos,
Pros meus olhos e ouvidos.
Por Renato Barros
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