A India é longe;
Quem não se atraí;
Ir para onde ,
Nunca se foi.
Você se esconde,
Em sua cama,
E nunca sai.
Nem ao menos ve o sol;
Brilhar atraz do seu quarto,
tire o sapato!
Ande descalço,
Na rua molhada.
Abra os olhos;
Grite bem alto,
Eu estou vivo!!
Que talvez, Será salvo.
Ainda que todos,
Estejam contra,
Rasgue em farrapos;
Toda a angustia;
Que te fez de escravo.
Coma a vida,
Com faca e garfo.
por Renato Barros
domingo, 30 de maio de 2010
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