Sinto o pesar do mundo;
Carrego o pêso nas costas,
Sofro calado e sinto,
Pessoas, são como as rochas.
Deprimido e extasiado;
Com todo esse apêgo,
Por tudo que está a venda,
Desespero,desespero.
Me entrego, me desfaleço,
Esse caos é só o começo;
E o fim; eu não mereço.
No exato instante da dor,
È o expor o que se perdeu,
È pior que própria dor.
È o melhor que em você morreu.
E nem mesmo Narciso ou Orfeu;
Nem Nietzche,nem Goethe ou Deus;
Soube mesmo entender os ateus.
Como eu, não entendo os meus;
E eu acho melhor mesmo assim,
O princípio , o meio , o fim,
Fica a cargo de quem prometeu.
por Renato Barros
sábado, 15 de maio de 2010
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