A India é longe;
Quem não se atraí;
Ir para onde ,
Nunca se foi.
Você se esconde,
Em sua cama,
E nunca sai.
Nem ao menos ve o sol;
Brilhar atraz do seu quarto,
tire o sapato!
Ande descalço,
Na rua molhada.
Abra os olhos;
Grite bem alto,
Eu estou vivo!!
Que talvez, Será salvo.
Ainda que todos,
Estejam contra,
Rasgue em farrapos;
Toda a angustia;
Que te fez de escravo.
Coma a vida,
Com faca e garfo.
por Renato Barros
domingo, 30 de maio de 2010
Terminou a poesia
Terminou a poesia;
Terminou o que sempre termina,
A canção, melodía,
A tarde vázia, a noite sombria.
Acabou o mistério;
Que se escondia.
O amor que resistia,
A cada dia de alegria.
Terminou o que sempre termina.
A tristeza que invadia,
Nos momentos de agonia,
Acabou todo desejo,
Que sempre enlouquecia,
O amor que resistia.
A cada dia de magía,
Terminou a poesia.
por Renato Barros
Terminou o que sempre termina,
A canção, melodía,
A tarde vázia, a noite sombria.
Acabou o mistério;
Que se escondia.
O amor que resistia,
A cada dia de alegria.
Terminou o que sempre termina.
A tristeza que invadia,
Nos momentos de agonia,
Acabou todo desejo,
Que sempre enlouquecia,
O amor que resistia.
A cada dia de magía,
Terminou a poesia.
por Renato Barros
O solitário!!
Será que foi miragem!
Alegria muito tarde;
Nossa paisagem de nada.
Será que foi muito medo;
Ou talvez algum segrêdo,
Que traiu nossas palavras.
Deve ser mesmo mentira!
Que o destino une passos;
Em algum caminho o solitário,
Deve ser mesmo mentira.
Que pra não se sentir sózinho;
Precise de companhia.
Quero dar um abraço no pecado ;
E dizer que o amar é errado,
Quero acreditar que não há mais motivos,
Para sonhar lado a lado.
Já comprei uma passagem,
Pra cidade da vertigem,
Na bagagem a coragem;
Que não tive.
por Renato Barros 24/04/97
sábado, 15 de maio de 2010
O principio, o meio , o fim
Sinto o pesar do mundo;
Carrego o pêso nas costas,
Sofro calado e sinto,
Pessoas, são como as rochas.
Deprimido e extasiado;
Com todo esse apêgo,
Por tudo que está a venda,
Desespero,desespero.
Me entrego, me desfaleço,
Esse caos é só o começo;
E o fim; eu não mereço.
No exato instante da dor,
È o expor o que se perdeu,
È pior que própria dor.
È o melhor que em você morreu.
E nem mesmo Narciso ou Orfeu;
Nem Nietzche,nem Goethe ou Deus;
Soube mesmo entender os ateus.
Como eu, não entendo os meus;
E eu acho melhor mesmo assim,
O princípio , o meio , o fim,
Fica a cargo de quem prometeu.
por Renato Barros
Carrego o pêso nas costas,
Sofro calado e sinto,
Pessoas, são como as rochas.
Deprimido e extasiado;
Com todo esse apêgo,
Por tudo que está a venda,
Desespero,desespero.
Me entrego, me desfaleço,
Esse caos é só o começo;
E o fim; eu não mereço.
No exato instante da dor,
È o expor o que se perdeu,
È pior que própria dor.
È o melhor que em você morreu.
E nem mesmo Narciso ou Orfeu;
Nem Nietzche,nem Goethe ou Deus;
Soube mesmo entender os ateus.
Como eu, não entendo os meus;
E eu acho melhor mesmo assim,
O princípio , o meio , o fim,
Fica a cargo de quem prometeu.
por Renato Barros
sábado, 1 de maio de 2010
Vício.
O alivio vem de dentro,
Imediatamente me transporta,
Muito além dos portais adiante,
Velocidade não tem limite;
Avance amigo,avance,
Não perca a chance.
Venha logo,por favor,
Me alcance.
Antes; muito antes,
Não era assim,
Tão preocupante.
Mais não se amedronte;
Dentro de mim.
Ainda existe outro caminho,
Um outro horizonte.
Por Renato Barros
Imediatamente me transporta,
Muito além dos portais adiante,
Velocidade não tem limite;
Avance amigo,avance,
Não perca a chance.
Venha logo,por favor,
Me alcance.
Antes; muito antes,
Não era assim,
Tão preocupante.
Mais não se amedronte;
Dentro de mim.
Ainda existe outro caminho,
Um outro horizonte.
Por Renato Barros
Orgasmos ao acaso.
Ja estou cansado;
Destes dias pesados,
Dessas noites cansadas,
De orgasmos ao acaso.
Já estou pensando,
Em deixar tudo de lado,
E sair de madrugada,
Seguir o rumo dos ratos.
Leve suas vontades,
Pra longe de mim;
Estou contaminado,
Por outros males,
Esse desejo todo,
Agora é passado.
Não guardo mais,
Esse amor desesperado;
Não venha buscar o que não tenho.
Me deixe só, Por um tempo.
Pra que eu possa,
Construir um castelo de sentidos,
Pros meus olhos e ouvidos.
Por Renato Barros
Destes dias pesados,
Dessas noites cansadas,
De orgasmos ao acaso.
Já estou pensando,
Em deixar tudo de lado,
E sair de madrugada,
Seguir o rumo dos ratos.
Leve suas vontades,
Pra longe de mim;
Estou contaminado,
Por outros males,
Esse desejo todo,
Agora é passado.
Não guardo mais,
Esse amor desesperado;
Não venha buscar o que não tenho.
Me deixe só, Por um tempo.
Pra que eu possa,
Construir um castelo de sentidos,
Pros meus olhos e ouvidos.
Por Renato Barros
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Abrindo estradas
Deixe de mentir;
Pra você e pra mim.
Quero dividir os meus sonhos,
Com os teus.
Venha surfar;
Em um céu de nuvens claras,
Temos tempo pra tentar,
Abrir as estradas da vida.
Quando foi que você foi feliz,
Pela primeira vez?
Acordo e vejo o sol sorrindo;
Saber que tudo esta bem,
Eu sempre quiz.
Podemos estar em qualquer lugar,
da galáxia.
Deixar nosso corpo ser levado;
Por espaçonaves,
Vamos relaxar, e encontrar,
As nossas almas.
Nas cavernas iluminadas,
do serrado......
Por Renato Barros
Pra você e pra mim.
Quero dividir os meus sonhos,
Com os teus.
Venha surfar;
Em um céu de nuvens claras,
Temos tempo pra tentar,
Abrir as estradas da vida.
Quando foi que você foi feliz,
Pela primeira vez?
Acordo e vejo o sol sorrindo;
Saber que tudo esta bem,
Eu sempre quiz.
Podemos estar em qualquer lugar,
da galáxia.
Deixar nosso corpo ser levado;
Por espaçonaves,
Vamos relaxar, e encontrar,
As nossas almas.
Nas cavernas iluminadas,
do serrado......
Por Renato Barros
Algo me fez lembrar você
Deve ter outra paisagem;
Outras nuvens para se ver.
Sonhos que nunca se acabam,
Não preciso mais sonhar.
Purifique a minha alma,
Deixe o fogo me queimar,
Alimenta minha força,
Eu não posso me perder.
Quando eu tento não consigo;
Quando vejo ja desisto;
Algo me faz lembrar você.
Quero água ,quero chuva,
Lave um pouco o meu corpo,
Vendaval na minha rua,
Trouxe o resto do meu rosto.
Quero que toda lembrança;
Vá pra longe, vá pra longe,
Que o céu seja a distância,
Do seu nome ,, do seu nome.
Por Renato Barros
Outras nuvens para se ver.
Sonhos que nunca se acabam,
Não preciso mais sonhar.
Purifique a minha alma,
Deixe o fogo me queimar,
Alimenta minha força,
Eu não posso me perder.
Quando eu tento não consigo;
Quando vejo ja desisto;
Algo me faz lembrar você.
Quero água ,quero chuva,
Lave um pouco o meu corpo,
Vendaval na minha rua,
Trouxe o resto do meu rosto.
Quero que toda lembrança;
Vá pra longe, vá pra longe,
Que o céu seja a distância,
Do seu nome ,, do seu nome.
Por Renato Barros
sábado, 10 de abril de 2010
Mágoas!!
As mágoas são claras,
Expressões de águas passadas;
De mata fechada, de alguém,
Sentado na calçada,
Na janela de casa.
As mágoas as vezes são caras;
Deixando pobre a minha alma.
E o coração se incharca,
Como alguém que se afoga,
E não acha respiração.
È um alto preço que se paga,
Que apaga a imaginação.
Há , mas que combinação;
Mágoa, água, alma;
Que a minha vida me eleve,
A uma altitude mais alta.
Por Renato Barros
Expressões de águas passadas;
De mata fechada, de alguém,
Sentado na calçada,
Na janela de casa.
As mágoas as vezes são caras;
Deixando pobre a minha alma.
E o coração se incharca,
Como alguém que se afoga,
E não acha respiração.
È um alto preço que se paga,
Que apaga a imaginação.
Há , mas que combinação;
Mágoa, água, alma;
Que a minha vida me eleve,
A uma altitude mais alta.
Por Renato Barros
Olhos de quem vê além!!
Tombos e fracassos,
Meu coração não é de aço;
E o meu corpo esta cansado,
Sou uma bomba relógio.
Só esperando o momento lógico,
Para extinguir esse ser incógnito.
Vivo olhando o espaço,
Me entardeço, e quase adormeço;
Com os olhos de quem vê além.
O mistério esta do outro lado,
Talvez seja um tanto absurdo.
Mais me sinto estranho no mundo;
E tantas vezes,
Em fração de segundos,
Minha mente sente o embaraço.
Eu procuro,me esforço e não acho;
O poder disso que esta guardado.
Eu não posso querer compreender,
Esse universo todo iluminado.
Por Renato Barros
Meu coração não é de aço;
E o meu corpo esta cansado,
Sou uma bomba relógio.
Só esperando o momento lógico,
Para extinguir esse ser incógnito.
Vivo olhando o espaço,
Me entardeço, e quase adormeço;
Com os olhos de quem vê além.
O mistério esta do outro lado,
Talvez seja um tanto absurdo.
Mais me sinto estranho no mundo;
E tantas vezes,
Em fração de segundos,
Minha mente sente o embaraço.
Eu procuro,me esforço e não acho;
O poder disso que esta guardado.
Eu não posso querer compreender,
Esse universo todo iluminado.
Por Renato Barros
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Amor de poesia
Pessoas bonitas;
São tão raras hoje em dia,
Parece rotina,
Te ver na esquina.
Com os mesmos olhos,
Comendo a vida.
Há! minha menina!
Como eu queria,
Te dar um pouco mais;
De adrenalina,
Pra você ter ,
A sensação que nada termina.
A não ser o próprio ser;
Mas que seja infinito,
Nosso amor de poesia.
Por Renato Barros
São tão raras hoje em dia,
Parece rotina,
Te ver na esquina.
Com os mesmos olhos,
Comendo a vida.
Há! minha menina!
Como eu queria,
Te dar um pouco mais;
De adrenalina,
Pra você ter ,
A sensação que nada termina.
A não ser o próprio ser;
Mas que seja infinito,
Nosso amor de poesia.
Por Renato Barros
Você faz chover
Vou deixar pra lá;
Vou deixar de pensar em você,
Como se você fosse,
Só uma aluna na lua,
Uma lunática na antártida,
Ou em marte;
Um lugar distante assim,
Distante de mim.
Distante de mim;
Vou acordar desse sonho,
Que fêz você me acordar.
Antes do sol brilhar,
Vou caminhar;
Em qualquer lugar,
Onde não passe você;
Pra não estragar..
Pra não mais chover;
No meu amanhecer.
por Renato Barros
Vou deixar de pensar em você,
Como se você fosse,
Só uma aluna na lua,
Uma lunática na antártida,
Ou em marte;
Um lugar distante assim,
Distante de mim.
Distante de mim;
Vou acordar desse sonho,
Que fêz você me acordar.
Antes do sol brilhar,
Vou caminhar;
Em qualquer lugar,
Onde não passe você;
Pra não estragar..
Pra não mais chover;
No meu amanhecer.
por Renato Barros
segunda-feira, 5 de abril de 2010
A Busca
A noite é mais longa que o dia.
Não que me traga alegria;
Mas peco menos,eu penso.
Eu sonho acordado,
Prefiro estar embriagado,
Quando meu corpo fica inerte,
Não sente, a dor,
A dor de estar acordado,
Na solidão de quem pensa;
Do outro lado,
O lado calado do amor;
As vezes vem a euforia,
E as vezes a melancolia,
Numa mistura de sabor e cor.
Como se fosse uma combinação,
Perfeita; De quem precisa,
Estar ,estar num lugar,
E encontrar o nirvana,
Nessa eterna busca da chama,
Na cama completa do horror.
Por Renato Barros
Não que me traga alegria;
Mas peco menos,eu penso.
Eu sonho acordado,
Prefiro estar embriagado,
Quando meu corpo fica inerte,
Não sente, a dor,
A dor de estar acordado,
Na solidão de quem pensa;
Do outro lado,
O lado calado do amor;
As vezes vem a euforia,
E as vezes a melancolia,
Numa mistura de sabor e cor.
Como se fosse uma combinação,
Perfeita; De quem precisa,
Estar ,estar num lugar,
E encontrar o nirvana,
Nessa eterna busca da chama,
Na cama completa do horror.
Por Renato Barros
Olhar diferente
O sol esta surgindo,
Num dia lindo;
Pra te ver sorrindo.
Se banhe de manhã,
Com agua de cheiro,
De rosas e ervas,
Seus cabelos negros,
Percebo você de longe,
Eu te conheço,
E você tão distante,
Que não entende.
Que eu te olho de outro jeito,
A todo instante;
Meus olhos te enxergam,
De forma diferente.
Por Renato Barros
Num dia lindo;
Pra te ver sorrindo.
Se banhe de manhã,
Com agua de cheiro,
De rosas e ervas,
Seus cabelos negros,
Percebo você de longe,
Eu te conheço,
E você tão distante,
Que não entende.
Que eu te olho de outro jeito,
A todo instante;
Meus olhos te enxergam,
De forma diferente.
Por Renato Barros
terça-feira, 30 de março de 2010
Atropelando fantasmas
Quando havia amor,
Abria a janela do coração,
E não hávia quem me detia.
Ache a dor perdida que joguei,
Em meio a neblina,
E todo fogo que ardia meu corpo.
Ela sempre falava você vai morrer;
E eu saía,
Na madrugada molhada,
Atropelando fantasmas.
Me entreguei,
Pra quem quizesse ser amada.
Não pertenço a ninguém;
Não tenho dono,
Não tenho sono.
Não dou espaço, pra nenhum pesadelo,
Preencher os meus sonhos.
Por Renato Barros
Abria a janela do coração,
E não hávia quem me detia.
Ache a dor perdida que joguei,
Em meio a neblina,
E todo fogo que ardia meu corpo.
Ela sempre falava você vai morrer;
E eu saía,
Na madrugada molhada,
Atropelando fantasmas.
Me entreguei,
Pra quem quizesse ser amada.
Não pertenço a ninguém;
Não tenho dono,
Não tenho sono.
Não dou espaço, pra nenhum pesadelo,
Preencher os meus sonhos.
Por Renato Barros
segunda-feira, 29 de março de 2010
Quando eu me for
Quando eu me for;
Não será para sempre.
Não será derrepente,
Mas será por amor.
Quando eu me for;
O sol estará no poente;
Minha alma estara no oriente,
Pois é lá que ela se sente.
Quando eu me for;
Quero canções e bebidas,
Pois não haverá despedidas,
Esta vida não é só,esta vida.
Quando eu me for;
Esqueça o que não presta,
Quero 24 horas de festa,
Por que no final é só isso,
Que nos resta.
Por Renato Barros
Não será para sempre.
Não será derrepente,
Mas será por amor.
Quando eu me for;
O sol estará no poente;
Minha alma estara no oriente,
Pois é lá que ela se sente.
Quando eu me for;
Quero canções e bebidas,
Pois não haverá despedidas,
Esta vida não é só,esta vida.
Quando eu me for;
Esqueça o que não presta,
Quero 24 horas de festa,
Por que no final é só isso,
Que nos resta.
Por Renato Barros
Assinar:
Comentários (Atom)
